Será sempre por este nome que será chamaaaado.
Abandonado, Abandonaaaaado,
Será sempre um blog com nome parvo, com vid... (er..ups, olá aí em casa, estava aqui distraída a cantarolar este belo Hit da Maria Fernanda Pereira de Sousa)
Na verdade, isto para dizer que este blog anda muito ao abandono. Não tenho qualquer obrigação de vir aqui escrever as parvoíces do costume, até talvez melhor fosse que não o fizesse, que deste tipo de coisas anda a internet cheia. Mas, que fazer! Ainda que pequeno, ainda que sem importância, fútil, inútil ou parvo, (sim, bastante) este é um meu mini-pessoal-parvo-projecto. E por isso, por não gostar de deixar ao relento os meus projectos, prometo em breve mais posts desinteressados, easy going e parvos (já disse a palavra parvo neste texto?) que vão fazer queimar mais do vosso tempo útil.
Venham espreitar em breve. Ou, se quiserem subir na vida, leiam antes um livro. De preferência de finanças... ou de ladroagem... ou espera, não é a mesma cois... (?!)
Bichos e Bichas
Há 5 minutos ouvi um barulhinho no corredor, ao de leve, uma burburinho contínuo.
Boas notícias: Não era uma barata
Optimas notícias: Não era um qualquer bicho da madeira.
(agigantado, motamorfoseado pelo insecticida que pulverizei madeira abaixo e a querer comer-me a casa. E sim, esse bichedo faz barulho a mastigar o chão. Graças a Nossa Senhora do Raid Mata Insectos, não há mais sinal desses devoradores).
Más notícias: Era água a pingar do tecto do meu corredor.
Boas notícias: O vizinho está em está em casa, posso ir lá indigar.
(Como é que eu sei? Musica de Divas Pop outloud).
Boas notícias: O vizinho está em cuecas.
Optimas notícias: é giro.
Más mas já não tanto notícias: Caso ainda não tenham percebido pelo estilo musical, ele é notoriamente bicha.
:/
Boas notícias: Não era uma barata
Optimas notícias: Não era um qualquer bicho da madeira.
(agigantado, motamorfoseado pelo insecticida que pulverizei madeira abaixo e a querer comer-me a casa. E sim, esse bichedo faz barulho a mastigar o chão. Graças a Nossa Senhora do Raid Mata Insectos, não há mais sinal desses devoradores).
Más notícias: Era água a pingar do tecto do meu corredor.
Boas notícias: O vizinho está em está em casa, posso ir lá indigar.
(Como é que eu sei? Musica de Divas Pop outloud).
Boas notícias: O vizinho está em cuecas.
Optimas notícias: é giro.
Más mas já não tanto notícias: Caso ainda não tenham percebido pelo estilo musical, ele é notoriamente bicha.
:/
Dos insectos que me davam cabo dos nervos.
Das baratas já se sabia,
vinha o pânico, era a histeria.
Tinha o Raid sempre à mão,
quase debaixo da almofada,
para em qualquer aflição
dar cabo da desgraçada.
Com as borboletas foi de fugir!
Ainda, do moço, não sabia a graça
já elas me punham em desgraça.
Coisa nunca antes vista!
Irra bicho vigarista!
Nunca sabia como reagir!
A barata punha-me pálida
de nojo, de pavor.
Mas antes nesses tremeliques
do que encher-me de rubor!
Que era o que acontecia,
sempre que o tal rapaz,
à frente me aparecia.
Fi, raios! Que te aconteceu?
Mulher, tu já não tens destes tremores,
desde o tempo do liceu!
Mas agora a bicharada
já não vai dar mais de si.
Vai-se embora descansada,
intoxicada ou emigrada
para bem longe daqui.
A barata teve azar,
finou com a desbaratização.
As borboletas vão voar,
pois o rapaz tem ambição.
Assim que nos vai deixar,
para noutro país estudar.
Ficamos a supirar,
ainda com o Raid na mão.
vinha o pânico, era a histeria.
Tinha o Raid sempre à mão,
quase debaixo da almofada,
para em qualquer aflição
dar cabo da desgraçada.
Com as borboletas foi de fugir!
Ainda, do moço, não sabia a graça
já elas me punham em desgraça.
Coisa nunca antes vista!
Irra bicho vigarista!
Nunca sabia como reagir!
A barata punha-me pálida
de nojo, de pavor.
Mas antes nesses tremeliques
do que encher-me de rubor!
Que era o que acontecia,
sempre que o tal rapaz,
à frente me aparecia.
Fi, raios! Que te aconteceu?
Mulher, tu já não tens destes tremores,
desde o tempo do liceu!
Mas agora a bicharada
já não vai dar mais de si.
Vai-se embora descansada,
intoxicada ou emigrada
para bem longe daqui.
A barata teve azar,
finou com a desbaratização.
As borboletas vão voar,
pois o rapaz tem ambição.
Assim que nos vai deixar,
para noutro país estudar.
Ficamos a supirar,
ainda com o Raid na mão.
Giros.
Giros, Giros.
Um bocadinho bicudos mas ainda assim giros.
Giros.
Um bocadinho caros mas ainda assim giros.
Giros.
Não vai passar desta semana sem os ir experimentar à Zara
Não sei se já disse: acho giros, giros.
Hoje fui atrasada para o expresso para Lisboa. Vou sempre. Custa-me tanto deixar a terreola. E dia e meio de folga não dá nem para a cura de sono da praxe.
Mas hoje, o atraso era tanto que eu vi isto: A minha mãe meteu uma 5a. Uma 5a!
E melhor, dentro de uma localidade.
E isto, meus senhores, isto é digno de ser escrito.
Mas hoje, o atraso era tanto que eu vi isto: A minha mãe meteu uma 5a. Uma 5a!
E melhor, dentro de uma localidade.
E isto, meus senhores, isto é digno de ser escrito.
Pipis
(por falar neles)
Na festa da minha terra há pipis à venda.
Na zona em lisboa onde moro também os há, aos pipis. E também à venda. Mas de outro tipo.
Os 12 Trabalhos de Asterix
(Se estiver mal-disposto não leia . yec, nojo)
#1 - Fazer xixi num copinho de análises sem molhar a mão toda.
Digno de um dos 12 trabalhos de Asterix (se este tivesse um pipi).
#1 - Fazer xixi num copinho de análises sem molhar a mão toda.
Digno de um dos 12 trabalhos de Asterix (se este tivesse um pipi).
Ei! Você aí! Oui, oui, c'est vous!
Está a acabar de passar a corda pelo porta-bagagens para que as lancheiras e os garrafões vazios estejam devidamente acondicionados e seguros?
Já preparou a cassete da Linda de Sousa para ouvir no caminho?
Então está na hora de seguir viagem para a sua terreola portuguesa, para se embebedar bem nos bailaricos em honra de nossas senhoras várias e poder contar a toda a gente o que bem se está lá no país estrangeiro onde habita, onde tudo funciona que é uma maravilha, espectáculo.
Mas enquanto a Maria não acaba a sandes de camembert e saucisson, "ônibá"! cante comigo que hoje é dia!
Já preparou a cassete da Linda de Sousa para ouvir no caminho?
Então está na hora de seguir viagem para a sua terreola portuguesa, para se embebedar bem nos bailaricos em honra de nossas senhoras várias e poder contar a toda a gente o que bem se está lá no país estrangeiro onde habita, onde tudo funciona que é uma maravilha, espectáculo.
Mas enquanto a Maria não acaba a sandes de camembert e saucisson, "ônibá"! cante comigo que hoje é dia!
Dois insectos que me andam a dar cabo dos nervos.
O primeiro é (são) as baratas.
Não me venham com teorias de que é inofensiva, tadinha da cucaracha que não pode fumar uma ganza, não quero saber.
Tenho repulsa dessas desgraçadas nojentas e panico só de pensar em deparar-me de novo com tal criatura. E quando digo panico, implica saltos, gemidos, pelos eriçados e lagriminha a saltar do olho. Um festival de emoções deprimente.
Já matei uma com detergente desentupidor de canos (a coisa mais corrosiva que encontrei), outra com uma sapatada e a 3a assassinada nesta casa foi com um Raid-diz-que-as-mata-em-3-segundos-mas-foram-uns-8-ou-9. Isto tudo em 2 anos e já é uma conta bem gorda!
A casa está minuciosamente limpa e pulverizada. Poderia dar-me por descansada. Mas há uns dias, diz-me a minha "flatmate" que extreminou dois mini-bébés-barata. E o que me diz também? Que elas parem aos 14 ou 16 de cada vez, essas putas. Pois onde raio está o resto da prole orfã? Hum? Onde? Hum? Será que vão voltar para se vingarem pela próprias patas peludas? Eu tenho medo, muito medo. Inspecciono cada metro de soalho à passagem e estremeço a cada ruídinho. Comprei outro Raid para ter no quarto.
Pensava-me um João-Sem-Medo, afinal descubro que sou uma barató-cobardolas.
E pronto, era só isto.
Ah, o segundo insecto. Bem, são as borboletas.
Essas entraram recentemente no meu estômago.
A ver se bazam depressa que eu tenho mais que fazer à vida do que andar ansiosa e a corar que nem uma teenager.
Mas isto já é outra história.
Não me venham com teorias de que é inofensiva, tadinha da cucaracha que não pode fumar uma ganza, não quero saber.
Tenho repulsa dessas desgraçadas nojentas e panico só de pensar em deparar-me de novo com tal criatura. E quando digo panico, implica saltos, gemidos, pelos eriçados e lagriminha a saltar do olho. Um festival de emoções deprimente.
Já matei uma com detergente desentupidor de canos (a coisa mais corrosiva que encontrei), outra com uma sapatada e a 3a assassinada nesta casa foi com um Raid-diz-que-as-mata-em-3-segundos-mas-foram-uns-8-ou-9. Isto tudo em 2 anos e já é uma conta bem gorda!
A casa está minuciosamente limpa e pulverizada. Poderia dar-me por descansada. Mas há uns dias, diz-me a minha "flatmate" que extreminou dois mini-bébés-barata. E o que me diz também? Que elas parem aos 14 ou 16 de cada vez, essas putas. Pois onde raio está o resto da prole orfã? Hum? Onde? Hum? Será que vão voltar para se vingarem pela próprias patas peludas? Eu tenho medo, muito medo. Inspecciono cada metro de soalho à passagem e estremeço a cada ruídinho. Comprei outro Raid para ter no quarto.
Pensava-me um João-Sem-Medo, afinal descubro que sou uma barató-cobardolas.
E pronto, era só isto.
Ah, o segundo insecto. Bem, são as borboletas.
Essas entraram recentemente no meu estômago.
A ver se bazam depressa que eu tenho mais que fazer à vida do que andar ansiosa e a corar que nem uma teenager.
Mas isto já é outra história.
A esperança é a primeira.
Praia da Nazaré, final da tarde.
Um pôr-so-sol bonito, um vento quente, um mar calmo.
Todos estão felizes, tudo está contente.
Só eu estou angustiada.
Espero, desespero e espreito por entre a multidão com ansiedade e vontade.
Mas nada.
Não quero arredar pé, mas já ninguém me apoia. "Deixa lá! - dizem, arranjaremos outra solução, vais ver que também será bom".
Mas eu não quero outra coisa. Olho uma e outra vez e quando estou prestes a desistir, eis que tudo acontece e encho-me de alegria. O meu dia valeu a pena, a minha espera não foi em vão.
A esperança é a primeira. A esperança é a primeira a comer.
Uma Bola de Berlim com creme.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






